Vital Moreira tem qualquer coisa com Angola. Por exemplo quando disse isto, a sua credibilidade relativa ao assunto, ficou muito afectada como assinalei aqui. Agora e em relação a um editorial de José Manuel Fernandes, o distinto Professor prefere "pegar" na forma e escamotear o conteúdo. Critérios.
Mas é o próprio que, criticando o estilo, "há excessos retóricos que destoem qualquer argumento, mesmo que ele tivesse algum pé para andar..." reconhece implicitamente que a comparação mais próxima que se deve fazer destas eleições é com as do Estado Novo e não, como parecem estar a fazer alguns jornalistas, com as do Estado democrático. Pé para andar...diz relativamente a esse argumento, o professor. Consciência pesada? Ou vidinha?
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sexta-feira, 5 de setembro de 2008
Vital Moreira e Angola
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sábado, 30 de agosto de 2008
O que é que se passa com este jornal?
Não consigo comprar a edição de hoje do Público para ver se há penitência no "O Público errou". Espero que sim. Porque na edição de ontem e na mesma página, isto: "Procurador recomenda a magistrados a aplicação da prisão preventiva" - Título (ainda por cima) a três colunas da página 2. Logo abaixo: "O PGR está a dar orientações aos magistrados do MP para aplicarem a prisão preventiva e defenderem a realização de julgamentos sumários"
Mais abaixo um bocadinho e em caixa de destaque: " O governo não desvaloriza a criminalidade e aprova (dixit) disso é que...."
Ora bem, este "aprova" em vez de "a prova" pode muito bem ser gralha. Acontece. Agora imputar ao PGR recomendações que este manifestamente não pode fazer já é jornalismo muito fraco. E o erro é duplo. Não tem desculpa. O PGR não podia ter feito tal recomendação (a da aplicação) da prisão preventiva porque esta é uma competência dos Magistrados Judiciais e não dos Magistrados do MP. As medidas de coação são aplicadas por despacho do juiz. E há uma grande diferença entre pedir ou requer a aplicação da prisão preventiva e a aplicação propriamente dita. Não há?
Mais abaixo um bocadinho e em caixa de destaque: " O governo não desvaloriza a criminalidade e aprova (dixit) disso é que...."
Ora bem, este "aprova" em vez de "a prova" pode muito bem ser gralha. Acontece. Agora imputar ao PGR recomendações que este manifestamente não pode fazer já é jornalismo muito fraco. E o erro é duplo. Não tem desculpa. O PGR não podia ter feito tal recomendação (a da aplicação) da prisão preventiva porque esta é uma competência dos Magistrados Judiciais e não dos Magistrados do MP. As medidas de coação são aplicadas por despacho do juiz. E há uma grande diferença entre pedir ou requer a aplicação da prisão preventiva e a aplicação propriamente dita. Não há?
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