
segunda-feira, 28 de maio de 2007
terça-feira, 22 de maio de 2007
Aí está...
Eu tenho andado a avisar!
domingo, 13 de maio de 2007
A proposta
Freitas do Amaral

Entre 1974 e 1986 esteve activamente empenhado na vida política portuguesa em defesa da democracia cristã. Deputado entre 1975 e 1983 e de novo no biénio 1992-1993. Foi Vice-Primeiro-Ministro e Ministro da Defesa no governo da Aliança Democrática. É Primeiro-Ministro interino durante um mês, após o acidente de Camarate, que vitima Sá Carneiro em 4 de Dezembro de 1980. Foi também Ministro dos Negócios Estrangeiros entre 1980 e 1981.
Candidato presidencial nas eleições de 1986, obtém o apoio do Partido Social Democrata e do seu Centro Democrático Social, atingindo 48,8% dos votos, insuficientes face ao resultado obtido pelo candidato socialista Mário Soares.
É licenciado e doutorado em Direito pela Universidade de Lisboa. Foi presidente da Assembleia-Geral das Nações Unidas na 50ª sessão (1995).
Retirado nos últimos tempos da vida política activa e declarando-se independente, a sua escolha como Ministro dos Negócios Estrangeiros do governo do PS de José Sócrates causou surpresa em Março de 2005. Contestou a polémica opção da administração estado-unidense liderada por George W. Bush de invadir o Iraque, à revelia da Organização das Nações Unidas, posição que foi muito criticada pelos partidos do centro direita (PPD/PSD) e direita (CDS/PP) - partido de que foi fundador -, que apoiaram activamente o conflito. Abandonou o cargo em Junho de 2006 por razões clínicas.
Escreveu um livro com a biografia do rei Dom Afonso Henriques. É casado com a escritora Maria Roma.
Mario Aroso de Almeida

Joaquim Gomes Canotilho - 1
José Joaquim Gomes Canotilho (n. Pinhel, 15 de Agosto de 1941) é um jurista e professor catedrático da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, e professor visitante da Faculdade de Direito da Universidade de Macau. É licenciado e doutor em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra.É considerado por muitos como um dos nomes mais relevantes do direito constitucional da actualidade.
Foi distinguido com o Prémio Pessoa em 2003 e com a Comenda da Ordem da Liberdade em 2004.
sábado, 12 de maio de 2007
sexta-feira, 11 de maio de 2007
E nós, no Porto?
É com muito gosto que voltamos ao seu contacto para anunciar que a partir de Setembro próximo a Escola de Lisboa da Faculdade de Direito da Universidade Católica Portuguesa irá oferecer 4 novos Mestrados, orientados no sentido do aprofundamento de matérias especializadas e de competências fundamentais para a prática profissional e já com o contributo da Ordem dos Advogados.
· Mestrado Forense
· Mestrado em Direito Administrativo e Contratação Pública
· Mestrado Global Legal Studies
· Mestrado em Direito e Gestão (Law and Business)
No dia 22 de Maio, pelas 18h30m decorrerá uma sessão de apresentação dos Mestrados, que contará com a presença dos respectivos Coordenadores e de Membros da Direcção da Escola.
A frequência dos novos programas por licenciados com 300 créditos beneficia da possibilidade de dar relevância a parte dos créditos já realizados na licenciatura.
Temos todo o gosto em contar com a sua presença, que deverá ser confirmada através do preenchimento do formulário disponível aqui.
Na expectativa de que possa estar presente nesta iniciativa, apresento os nossos melhores cumprimentos.
Luís Fábrica
Director da Escola de Lisboa da Faculdade de Direito da Católica
Stop and Hear the Music
Ver até ao fim. Numa experiência inédita, Joshua Bell, um dos mais famosos violinistas do Mundo, tocou incógnito durante 45 minutos, numa estação de metro de Washington, de manhã, em hora de ponta, despertando pouca ou nenhuma atenção. A provocatória iniciativa foi da responsabilidade do jornal "Washington Post", que pretendeu lançar um debate sobre arte, beleza e contextos. Ninguém reparou também que o violinista tocava com um Stradivarius de 1713 - que vale 3,5 milhões de dólares. Três dias antes, Bell tinha tocado no Symphony Hall de Boston, onde os melhores lugares custam 100 dólares, mas na estação de metro foi ostensivamente ignorado pela maioria.A excepção foram as crianças, que, inevitavelmente, e perante a oposição do pai ou da mãe, queriam parar para escutar Bell, algo que, diz o jornal, indicará que todos nascemos com poesia e esta é depois, lentamente, sufocada dentro de todos nós."Foi estranho ser ignorado"Bell, que é uma espécie de 'sex symbol' da clássica, vestido de jeans, t-shirt e boné de basebol, interpretou "Chaconne", de Bach, que é, na sua opinião, "uma das maiores peças musicais de sempre, mas também um dos grandes sucessos da história". Executou ainda "Ave Maria", de Schubert, e "Estrellita", de Manuel Ponce - mas a indiferença foi quase total. Esse facto, aparentemente, não impressionou os utentes do metro. "Foi uma sensação muito estranha ver que as pessoas me ignoravam", disse Bell, habituado ao aplauso. "Num concerto, fico irritado se alguém tosse ou se um telemóvel toca. Mas no metro as minhas expectativas diminuíram. Fiquei agradecido pelo mínimo reconhecimento, mesmo um simples olhar", acrescentou. O sucedido motiva o debate foi este um caso de "pérolas a porcos"? É a beleza um facto objectivo que se pode medir ou tão-só uma opinião? Mark Leitahuse, director da Galeria Nacional de Arte, não se surpreende: "A arte tem de estar em contexto". E dá um exemplo: "Se tirarmos uma pintura famosa de um museu e a colocarmos num restaurante, ninguém a notará". Para outros, como o escritor John Lane, a experiência indica a "perda da capacidade de se apreciar a beleza". O escritor disse ao "Washington Post" que isto não significa que "as pessoas não tenham a capacidade de compreender a beleza, mas sim que ela deixou de ser relevante".
Post (quase) copiado de Um e o Outro o blog do TIM, dos Xutos, há link nas Outras paragens. Bela história, não?! Afinal tudo é relativo e o contexto conta mesmo: parece que o hábito faz MESMO o monge!
Antunes Varela

Durante treze anos, entre 1954 e 1967, foi Ministro da Justiça, tendo impulsionado profundas reformas legislativas. De todas, a mais significativa foi o Código Civil de 1966, que ainda hoje vigora e que representa o corolário de um profundo trabalho de renovação do Direito Civil Português. O Professor Antunes Varela acompanhou, reuniu e coordenou os vários anteprojectos parcelares do Código Civil, ficando este diploma em grande medida, como a sua herança no direito português. Para além do seu papel na elaboração do Código Civil, o Professor Antunes Varela teve uma obra vasta e marcante através de lições, dissertações e ensaios que publicou sobre Direito das Obrigações, Direito Processual, Direito da Família e Direito das Sucessões.
A seguir à revolução do 25 de Abril de 1974, foi afastado do ensino em Portugal, tendo sido professor da Faculdade de Direito da Universidade da Baía, no Brasil. Regressado a Portugal, em 1978, tornou-se professor da Universidade Católica Portuguesa, cuja Faculdade de Ciências Humanas dirigiu, marcando com o seu ensino em Direito da Familia e Direito Processual Civil gerações de juristas que se licenciaram na Universidade Católica. Também voltou à sua cátedra de Coimbra e continuou a sua actividade profissional como jurisconsulto, elaborando pareceres e publicando artigos, nomeadamente na Revista de Legislação e Jurisprudência, que mereceram a consideração unânime da comunidade jurídica e lhe garantiram a reputação como um dos vultos mais insignes do Direito Civil Português.
quinta-feira, 10 de maio de 2007
Manuel de Andrade - 2
Manuel de Andrade

Roseta
Que diabo! então um militante digno dessa qualidade envia, uma carta há 3 meses, a exigir ser candidato à maior câmara do país?? Então a decisão colectiva, ou pelo menos colegial? Não suporto estas figuras da esquerda que mais não fazem do que homenagear o Frei Tomás: faz o que te digo não olhes ao que eu faço!
quarta-feira, 9 de maio de 2007
Biografias
É também uma forma de nos aproximar-mos daqueles com quem temos passado algumas noites...
Aproveito para sugerir aos meus três fieis leitores (!?) o favor de enviarem sugestões de possíveis biografados, tá?
Madeleine
Ou seja, o que tenho ouvido revela mesquinhez de espírito ou descrença na igualdade dos meios policiais ( em analogia com a igualdade da justiça), ou ambas... e isso deixa-me ainda mais preocupado. Mais um "sinal dos tempos"!
segunda-feira, 7 de maio de 2007
Patriotismo
segunda-feira, 23 de abril de 2007
Ausência
sábado, 14 de abril de 2007
Isto não pára...(2)
Vamos lá... 1987 - José Sócrates é um puto cheio de talento para a política. Esse talento é assegurado por uma série de rapaziada que constitui o grupo de militantes da Federação de Castelo Branco do PS (aí umas mil pessoas). Além disso esse mesmo grupo ( acrescido dos eleitores do Distrito inteiro) acha que o José Sócrates é rapaz para os representar como Deputado pelo círculo eleitoral respectivo... entretanto, o rapaz ( era isso que ele era, todos fomos) vem para Lisboa, não na qualidade de marçano, como no séc. XIX e inícios do séc. XX; mas na de Deputado... coisa socialmente muito apreciada...não resistiu às pressões sociais: "srº engenheiro, srº engenheiro...parece que estou a ouvir....mas eis que o próprio se terá sentido diminuído: "- Mas eu sou só Bacharel" - logo os contactos entretanto estabelecidos se encarregaram de "repor justiça" na coisa...mas então se tamanho talento não era engenheiro com tanto grunho que por aí se passeia (sobretudo nas reuniões partidárias) não há-de este nosso menino ser o que realmente aparenta??
"Vamos lá resolver isto, pois se o Estado dá o título de Universidade a coisas destas, quem somos nós para contrariar..."
E pronto, eis o resumo abreviado da situação José Sócrates: É uma chatice todos termos passado. Acontece que o meu, porque é impoluto tem dose alargada de compreensão. E eu compreendo o José Sócrates de 1996, e só quero que o de 2007 seja bom primeiro-ministro. Ponto.
sexta-feira, 13 de abril de 2007
Isto não pára...
Não se pode tentar?! Eu que estudo Direito e quando era pequenino queria ser "engenheiro de pontes", posso inscrever-me na FEUP, ou não? E quando perceber que nem pintado faria a cadeira de geometria descritiva, posso desistir, ou não? Onde está o crime?
Já todos percebemos, Sócrates teve um percurso académico atribulado, ok, so what? Quantos daqueles que se deixaram fascinar pela política na juventude não tiveram percursos mais ou menos parecidos? E garanto, eu sei do que estou a falar... Não é fácil conciliar a condição de Deputado com a de estudante, não é, mas também não é crime nem isso diz o que quer que seja acerca do carácter da pessoa. Os que pensam de outra maneira têm boa solução: exijam a demissão do Primeiro-Ministro por perda de confiança.Mas assumam-se e de uma vez por todas. Bolas, neste país nada é consequente!





