quinta-feira, 12 de junho de 2008

Devia ser o meu clube?

Se calhar...

Mora Amaral

Começa por explicar que está ali porque MFL lhe pediu. Para que não haja equívocos!!
"O meu estilo não é o do PSD"!

Mota Amaral

Mota Amaral vai liderar o debate, em nome do PSD, daqui a pouco. Estou em pulgas. Mas que grande desafio!

quarta-feira, 11 de junho de 2008

Portugal

Temos selecção. Não só por termos ganho. Foi por, finalmente, sabermos ganhar sem ser à custa (ás costas) de uma exibição superior e esmagadora. Desta vez não temos que sonhar. Realisticamente, podemos ganhar, porque finalmente estamos ao nível das melhores. Itália, Alemanha, França, Holanda que estão fartas de ganhar sem deslumbrar. Sendo assim:
1 - Apoiemos a Selecção, mas só no dia do jogo
2 - Antes (um bocadinho) e depois (também outro bocadinho)
3 - Se perdermos, não esquecer que há coisas mais importantes na vida.

E pronto.

As crises

Constituem sempre uma boa oportunidade de fazer the right thing.

Lá como cá

A greve dos camionistas em Espanha. E a reacção do Governo.

terça-feira, 10 de junho de 2008

O Regresso da história e o "problema americano" Fim

Mas Kagan reconhece que tudo correu mal, não se sabe porquê, e que a opinião mundial deseja uma diminuição do papel dos EUA no mundo. A sua nova teoria - para além de uma antevisão dos conflitos futuros que não cabe nesta análise - é a existência de um "problema americano". " Sem dúvida há um problema americano, devido a erros de comissão e omissão, não só nos últimos anos, mas através da história americana. A tendência para o unilateralismo, a desconfiança quanto ás instituições internacionais, o apego à soberania nacional, a maior tendência para usar a força para tratar de problemas internacionais" (págs.85-86).
Para Kagan, porém, este problema não é dos governantes actuais, mas uma tendência geral da história dos EUA. É a mesma tese que tem vindo a desenvolver na sua história da diplomacia americana, cujo primeiro volume ostenta o título elucidativo Nação Perigosa.
Assim a tendência perigosa não seria de Bush, nem dos neoconservadores - mas da Nação: somos assim, conclui Kagan.
Bela desculpa para os actuais fracassos. mas para quem, como eu, conheceu uma América livre, liberal e tolerante, e espera vê-la reaparecer em breve, a desculpa soa a pouco - a atirar para a generalidadre dos seus concidadãos a culpa que talvez só caiba a alguns.

André Gonçalves Pereira
Público, 7 de Junho 2008

O Regresso da história e o "problema americano" - III

No começo do séc. XXI, William Kristol e Robert Kagan, no ensaio Present Dangers, advogaram o uso do poderio militar americano para refazer o mundo à sua imagem.
Robert Kagan, no ensaio de 2003 Paradise and Power, aliás maravilhoso na forma literária, viria a desenvolver a diferença entre os americanos, herdeiros de Marte, e os europeus, cultores de Vénus. Aos primeiros caberia remodelar o mundo, sempre que necessário pela força militar.
Tudo isto culminou na desastrosa invasão do Iraque, fruto da crença absurda de que ali nasceria espontâneamente uma Suiça.
Fukuyama viria a fastar-se do grupo, e teve a coragem de escrever esta frase tão rara em intelectuais: "I was wrong." Kagan acaba de publicar mais um ensaio, perfeito do ponto de vista literário, com o título O Regresso da História e o Fim dos Sonhos. O título é evidentemente a resposta ao Fukuyama de 1992 que anunciara o fim da História.
Nenhuma palavra de contrição em Kagan, que aliás é o principal conselheiro de John McCain para a política internacional. Nem uma palavra sobre a sua responsabilidade quanto à mistificação pela Administração Bush da opinião pública americana quanto às armas de destruição maciça. agora denunciada do interior por Scott McClellan, antigo porta-voz de Bush, que no seu livro What Happened, publicado há dias, analisa o estranho processo que atrás referi: tal como no marxismo-leninismo, o esforço consciente para forçar a realidade a a adaptar-se à utopia - esforço aliás na altura também feito entre nós, e nomeadamente neste jornal.

O Regresso da história e o "problema americano" - II

Este processo gerou, a partir do início dos anos noventa e até aos nossos dias, uma segunda fase de optimismo e de euforia, em que curiosamente a contradição entre ideologia e a realidade se transferiu para os Estados Unidos. Entre muitos outros factores, para tal contribuiu a emergência de um grupo extremamente interessante e utópico de pensadores norte-americanos, agrupados sob o nome vago e impreciso de "neoconservadores", cuja influência viria a estar na base dos desastres internacionais da administração de George W. Bush.
É um grupo curioso formado por intelectuais nova-iorquinos, maioritariamente judeus, e em larga medida, por antigos trotskistas reconvertidos. Se os mais influentes serão provavelmente os Kristol pai e filho, as obras mais interessantes e literariamente mais conseguidas são as de Robert Kagan e Francis Fukuyama.
No seu célebre ensaio de 1992 sobre o fim da história, Fukuyama escreveu: "O que estamos a presenciar não é só o fim da guerra fria, ou o fim de um determinado período da história do pós-guerra, mas o fim da história como tal, ou seja o fim da evolução ideológica da humanidade, e a universalização da democracia liberal ocidental como a forma definitiva do governo da humanidade."

O Regresso da história e o problema americano - I

Unilateralismo, desconfiança das instituições internacionais, apego à soberania nacional, tendência para usar a força

- O século XX conheceu no mundo ocidental, já sob a liderança dos EUA, dois períodos de euforia e optimismo, em que o Ocidente pôde acreditar num mundo melhor, gradualmente liberto dos males ancestrais, da violência, da negação das liberdades, da luta de classes. O primeiro momento foi de pois de 1945, com a derrota das potências do Eixo e a aliança, que Roosevelt julgou possível, com a União Soviética, formando no Conselho de Segurança das Nações Unidas uma "Santa Aliança democrática" dos vencedores da guerra, que asseguraria a paz e o progresso da humanidade.
A Guerra Fria veio alterar este quadro, mas o equilíbrio dos armamentos e, paradoxalmente, a sua nunca vista capacidade de destruição mútua evitaram a 3ª Guerra Mundial, promoveram a descolonização e asseguraram, numa paz instável, que a luta fosse finalmente ganha pelo Ocidente, com a desagregação do bloco soviético, vítima das contradições entre ideologia e a realidade, e da sua incapacidade de competir na área económica com o chamado "Mundo livre", capitaneado pelos EUA.

André Goncalves Pereira

O ilustre advogado e professor universitário, que durante muito tempo, só foi notícia pelas famosas festas da Quinta do Lago (e as suas calças encarnadas) resolveu escrever um artigo no Público. Fez bem. Como não sou assinante do Público-online, só me resta partilhá-lo á moda antiga. É o que se segue nos posts seguintes.

E no Dia da Raça

...mais "de La Prensa". Esta até aconteceu no Brasil. Mas são "nuestros hermanos" que a contam.

Confirma-se

Iphone 3G, à séria e em Portugal a 11 de Julho.

Além de que...

Se fica também a saber que o Ipod 3g será lançado a 11 de Julho.

Olé, la prensa!

E quem, num só artigo nos diz TUDO acerca João Moutinho e a academia do Sporting?
A Bola?
O Jogo?
O Record?
Não!
El país? Hum, será?

Pergunto eu, que sou burro

Então, explica lá melhor a relação da tua empresa com a especulação. Donde vem? Quem a dirige? Em que circunstâncias? E navega em que águas? E que podes tu, ó Ferreira, fazer para além de falares como se não tivesses nada a ver com isto?!
Posso eu ser presidente da GALP?

GALP, Jamais!

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Gaffeur

Cavaco é um gaffeur. O que dizer, portanto, da personalidade do actual Presidente?
Uma vez que é tido em conta como portador da aura de um político cerebral?
É que as gaffes de um Soares, são credoras da espontaneidade do próprio, amplamente reconhecidas. Ora, sendo Cavaco, a definição do "politicamente correcto", da seriedade personificada, do cálculo e do estudo, em que conta (como) devem ser tomadas as suas gaffes?
Pergunto.

Prognóstico

E não, não é à João Pinto. SE , mas só se, a blogosfera representar aí uns 20% do eleitorado, Sócrates já ganhou as eleições de 2009 com supra-mega-extra maioria absoluta.

Uma Senhora.

«Temos de colocar a nossa energia, a nossa paixão e as nossas forças para fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para eleger Barack Obama, o futuro presidente dos EUA.»

sexta-feira, 6 de junho de 2008

O ensino. Regras elementares. Proposta

Esta é baseada em factos verídicos. Anteontem, sabendo-me relativamente desocupado, a filha de uma vizinha que frequenta o 10º ano veio pedir-me se a ajudava a fazer um trabalho sobre "A Europa e a Globalização".
- Para quando?
- É para amanhã!
- Ó pá...assim de repente...Vá, vamos lá ver.
E comecei a escrever. De chofre, que é quando as coisas saem melhor. Lá saiu qualquer coisa. Dei-lhe o papel ao fim de 20 minutos. Ficou radiante. E eu também , por ter recuperado conceitos e por ter ajudado.
Hoje.
- Então, que tal?
- Óh, o professor disse que o trabalho foi copiado da Net.

Regra elementar: Um professor não pode formular insinuações.
Proposta: Se o fizer, deve estar em condições de o provar.
Resultado: O professor é uma besta. Porque foi enganado duas vezes! Logo, a minha vizinha vai-lhe perder o respeito. Quantos mais haverá assim?

quarta-feira, 4 de junho de 2008

Adivinha

Quem disse: "Choca-me que um cidadão português vá pagar impostos a Espanha e venha usufruir das estruturas rodoviárias em Portugal."
Hipótese A - Director Geral das contrbuições
Hipótese B - Ministro das Finanças
Hipótese C - Ferreira de Oliveira
Hipótese D - Presidente da Autoridade da Concorrência

Hum? Quem foi?

Meirim

Então o Mestre Meirim ainda não fez declarações?
Fez, pois! São estas. Não é um "gentleman"? Isto é que é saber perder...tal como Pinto da Costa.

Vem daqui, a "estória" com o Meirim...

Ana Gomes - no causa nossa

Ainda Manuel Alegre. Para quem achou a referência que fiz no post anterior exagerada. É só a mesma coisa, dita por quem tem mais tempo do que eu. And some brains, of course.

Conversas à esquerda


Eu não diabolizo Manuel Alegre e outros socialistas por participarem amanhã num comício-festa com o BE e independentes de esquerda.Pois se ele há quem no PS advogue e faça pactos à direita! E até quem se preste a fazer com os mais trogloditas e desacreditados representantes da direita negócios e jeitos por debaixo da mesa!Então por que razão não há-de Manuel Alegre dialogar com a esquerda sobre causas que preocupam a maioria dos portugueses? Isso até pode vir a ser útil ao PS ... (bom seria que certos elementos do BE perdessem a mania de se armar em iluminados da consciência moral da esquerda).Mas convém não confundir o que devem ser as prioridades para os socialistas nesta conjuntura, em que fazemos face a uma grave crise a nível mundial, com intensas repercussões em Portugal. E a prioridade é despertar o PS, é provocar o debate dentro do PS, é ajudar a criar a massa crítica interna que é indispensável a uma boa governação socialista.Eu não me calo cá fora, quando entendo que é preciso falar para além dos círculos socialistas. Por isso, muito menos perco a oportunidade de dizer o que tenho a dizer nos órgãos em que tenho assento no PS, diante dos seus mais altos dirigentes, mesmo que isto me valha o ressentimento de quem, na avidez de mostrar serviço ao poder, prefere o unanimismo autista.Foi isso mesmo que fiz na Comissão Nacional do PS que reuniu sábado passado. Tive pena de não ter por lá, a dizer de sua justiça, o meu camarada Manuel Alegre.

Clareza e bom senso

Aqui. Acerca das presidenciais americanas.

Manuel Alegre

A única questão que resulta desta participação de Manuel Alegre num "comício" da esquerda (deles, concerteza) é: quem é a Isabel ? E o Soeiro? É neto do outro?
A outra questão (afinal, são duas) é mais chatinha...tem o PS estatutos? Se fosse outro militante qualquer não estaria sob a alçada de um procedimento disciplinar?
A outra (afinal, são três) mas porque raio de carga de água não se desfilia do partido o Manuel Alegre. Assim, ninguém o leva a sério. Pela simples razão de que o bom povo português não gosta de putas. Á excepção das propriamente ditas.
Tenho dito.

terça-feira, 3 de junho de 2008

Ainda a Campanha USA

Estas preocupações fariam sentido se o Partido Democrata fosse um partido ocidental de quadros e militantes. Não é. Logo, são preocupações excessivas. Mas começa a ser óbvio que o melhor caminho para sair disto é o improvável "golden ticket" com Obama e Hillary em candidatura conjunta e pela ordem referida, como é evidente.

Bem me queria parecer...

Ao menos em relação a Hillary, vou acertando. Logo vi.

A sério?

Hum...não sei...Só se for para garantir o "golden ticket".

segunda-feira, 2 de junho de 2008

Il est mort...

O célebre Calvinismo Suíço, definitivamente, não se aplica aos Portugueses.Pois se não somos protestantes...

domingo, 1 de junho de 2008

Desígnio nacional

É o de conseguir chegar a Sábado com uma réstia de curiosidade acerca da Selecção Nacional. Vamos lá ver se conseguimos. Não vai ser fácil, dado o poderio dos inimigos (RTP, SIC e TVI) que tanto têm feito por vomitarmos selecção e tudo o que lhe diga respeito, futebol propriamente dito, incluído. É uma batalha!