domingo, 31 de agosto de 2008

Benfica-Porto

Vi. Do princípio ao fim. Se o Sporting não ganhar este campeonato, emigro para Mogadíscio. A sério!

sábado, 30 de agosto de 2008

Há um estudo urgente a fazer

O de identificar o perfil do leitor do Abrupto. A quem dirige, especificamente JPP um post destes? É que, se este post tem o mesmo número de "visits" do blogue, meus senhores, este país é muito mais do que imaginávamos! Para melhor, claro.
Mas se assim é, estas preocupações não fazem sentido. Como pode um cidadão erudito deixar-se enganar pela vergonhosa manipulação dos noticiários da RTP?
Em suma, JPP escreve para quem? Para eruditos ou papalvos? Para ambos? Só ás vezes? Depende?
Hum....

O que é que se passa com este jornal?

Não consigo comprar a edição de hoje do Público para ver se há penitência no "O Público errou". Espero que sim. Porque na edição de ontem e na mesma página, isto: "Procurador recomenda a magistrados a aplicação da prisão preventiva" - Título (ainda por cima) a três colunas da página 2. Logo abaixo: "O PGR está a dar orientações aos magistrados do MP para aplicarem a prisão preventiva e defenderem a realização de julgamentos sumários"
Mais abaixo um bocadinho e em caixa de destaque: " O governo não desvaloriza a criminalidade e aprova (dixit) disso é que...."

Ora bem, este "aprova" em vez de "a prova" pode muito bem ser gralha. Acontece. Agora imputar ao PGR recomendações que este manifestamente não pode fazer já é jornalismo muito fraco. E o erro é duplo. Não tem desculpa. O PGR não podia ter feito tal recomendação (a da aplicação) da prisão preventiva porque esta é uma competência dos Magistrados Judiciais e não dos Magistrados do MP. As medidas de coação são aplicadas por despacho do juiz. E há uma grande diferença entre pedir ou requer a aplicação da prisão preventiva e a aplicação propriamente dita. Não há?

Há obrigatoriedades...

a maioria das quais não cumpro. Mas esta é de aconselhar. Obama e o regresso da Política!
O conselho é, naturalmente, para Sócrates...acho que Manuela não sabe inglês.

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Com efeito

Argumentar com esta gente, só na base da ironia. CAA em grande forma.

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Por exemplo

aqui um génio que vai, seguramente, demonstrar que a criminalidade (o número de ocorrências) nada tem a ver com condições sociais. Do género: vai conseguir provar que muitos dos assaltos (todos?) têm sido perpretados por cidadãos oriundos da Quinta da marinha, com formação superior e sem antecedentes de casos psiquiátricos na família.
Enquanto isto a pergunta que atormenta o meu espírito é: porque é que o VUK não joga? Hem Paulo Bento? Porquê?Exijo resposta já!!

terça-feira, 26 de agosto de 2008

Isto assusta

O Daniel Oliveira resolveu falar neste assunto. Tudo bem. Sucede que a avaliar pelos comentários, metade do país anda deprimido, em risco de depressão ou coisa que o valha. Eu também ando com alterações de humor muitos estranhas. Estou a falar a sério. ...
Vou tirar uns dias. Regar plantas e assim. See you!

domingo, 24 de agosto de 2008

Eu, ingénuo me confesso

Ingénuo mas não completamente estúpido: evitei, com sucesso fazer apostas. Mas se tivesse feito alguma teria apostado no "golden ticket", isto é, até à última acreditei na possibilidade de Obama me enviar um SMS a dizer que a escolha para a vice-presidência tinha recaído em Hillary Clinton.
Santa credulidade!
A escolha foi Joe Biden. Não sei nada de Joe Biden. Até amanhã saberei tudo o que houver para saber. Para já, sei apenas que é tido por "gaffeur". Nada mal. Nos EUA, cometer "gaffes" é condição essencial para exercer cargos públicos relevantes. Mas há maior "gaffeur" que o actual Presidente?! Bom pronúncio, portanto.

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

O direito ao nome

e ao bom nome. Está legal e constitucionalmente consagrado. Depois há o direito ao NOSSO nome, único e inconfundível. Por exemplo: eu que não sou nada, posso ser confundido com todas as pessoas que tenham sido baptizadas com o mesmo nome. Certo? Certo. Agora se sou guitarrista da mais emblemática banda de rock português, com 30 anos (trinta) de carreira, que ando, há 30 anos (trinta) a fazer centenas de concertos por ano e por todo o país, que já toquei no pavilhão atlântico várias vezes cheio, que já vendi milhares de discos e se me chamo Zé Pedro é natural que fique um bocadinho fodido se vejo a minha fotografia na página 45 do suplemento Y do Público com a legenda - Zé Pedro GOMES.
Digo eu.

YES!

O meu herói está de volta. Vejam lá se isto não é de génio? Percebem agora a homenagem e a admiração que o bolonhado nutre por esta , como dizer, vá lá...figura?!

Adenda: maradona sobre o assunto.

Eu sabia...

..que apesar das distâncias (e do peso físico) algo me haveria de aproximar de Carlos Abreu Amorim. Cá está! É tão bom fazer pontes sem ser "inginheiro" nem gastar cimento, nem fazer expropriações...!!!
Vou já assinar, claro!

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Será?

Que também eu sou conservador? O que é um conservador? Posso ser liberal e muito "prá-frentex" em determinadas matérias e bota de elástico em relação a alguns assuntos? É isso compatível? E posso continuar a ver-me ao espelho?
É que, assim de repente, acho muito bem que o PR tenha vetado a lei do divórcio. Para já porque faz prova de vida. O PR está lá, também, para VETAR. Mas vou aqui estudar o assunto e já venho. Mas, para já, não me sai da cabeça o "Pacta sunt servanda"

Ah!Ah!Ah!

Ah! Ah! ah! ah! ah!. Ó pá, você é desconcertante. Diga lá? Como?
Ah! Ah! Ah!. Hilariante.
Mas você é Advogado? E político? Ó homem a Broadway recebe-o de braços abertos. Acredite!

Santa credulidade

Crer é bom. Acreditar e mais não sei quê. Fé ainda é melhor. Mas haver jornalistas que acham que isto foi "distracção" faz de mim o mais ignóbil dos seres. Porque sou capaz de apostar os 2 milhões de euros que vou ganhar no totoloto que isto, é TANGA. Ou marketing que é eufemismo pouco utilizado na zona onde vivo.
Ou seja: eu que nem sabia que os U2 estavam a gravar, agora já sei. Será que este facto não faz soar um campainha na cabeça dos nossos jornalistas??!

terça-feira, 19 de agosto de 2008

Um novo partido

Há quem reduza a questão. Atribui-se-lhe a estafada expressão "silly season" e já está, problema resolvido. Sucede que a tontaria é deles próprios e não da estação (que aliás não tem culpa nenhuma). Alberto João Jardim, só vem criar ruído, é certo; a sua intervenção ajuda a diminuir (a reduzir) o fundo de questão. Mas a questão de fundo permanece. Ela aí está e com contornos que são, hoje, iniludíveis. A pergunta que se coloca é: há ou não espaço para um novo partido em Portugal? Do meu ponto de vista há. Por duas razões essenciais. A primeira é que creio ser visível haver na sociedade portuguesa um conjunto significativo de cidadãos que, à direita, não se revêem no panorama que lhes é oferecido. Inoperância e guerras intestinas no PSD e fraca performance de Paulo Portas no CDS. O espectro político-partidário actual não galvaniza esses cidadãos. Votam no menos mau. No fundo, não suportam Sócrates e não se conformam com a péssima prestação de Manuela Ferreira Leite. Votar no CDS é um desperdício.

Se acrescentarmos a possibilidade (eventualidade) de Paulo Portas e Santana Lopes aspirarem a mais do que uma simples nota de rodapé nos compêndios de história: temos os ingredientes necessários à constituição de um novo partido. À direita e assente nos escombros (ainda disfarçáveis) do PSD e do improdutivo CDS.

É claro que Alberto João Jardim, aqui não conta para tabaco. Mas, repito, "silly" é quem não quer ver o fundo da questão e se deixa ludibriar pelos dotes de presdigitador do Presidente da Madeira.

Olha...

Alguém sabe de Manuela Ferreira Leite? A senhora estará bem?
Câdê ela?

Perplexidades

Assim de repente isto é uma boa notícia. Era só o que faltava os amiguinhos dos autarcas poderem fazer estas coisas. Se imaginarmos o ambiente que se vive nalguns municípios do interior... havia de ser bonito. O Autarca e a sua guarda pretoriana... Claro que não podem ter estes poderes. Mas a perplexidade resulta de ter sido o PGR a clarificar a situação. O PGR?! Mas afinal quem é que legisla em Portugal? É o PGR? Deve ser de mim, concerteza, mas não percebo. Aceitam-se esclarecimentos.

Adenda: Está tudo doido. O Parecer do Conselho Consultivo da PGR é de FEVEREIRO. A notícia é de Agosto. A silly season em Portugal começa a estender-se por períodos desaconselháveis!

Tenho que me deixar disto

A sério. É mau de mais. Esta frase é de PMF: "O que me preocupa mais nesta história toda (e nas outras que se têm sucedido) é que, caro Rui Tavares, como diz um amigo meu, duas balas da GNR poderão dar uma vitória eleitoral a Sócrates!" Aqui.
Quem é PMF? Um palerma qualquer. Sucede que é um palerma que escreve num dos blogues mais lidos e comentados da nossa blogosfera. Já aqui disse que a blogosfera, anda mal frequentada mas tanto... Repare-se, este PMF priva com amigos que dizem disparates. Não só não os contradiz como os cita, porque, façamos esta homenagem, acha o raciocínio correcto!?
Em suma: um dos blogues mais lidos e comentados tem como autor uma besta quadrada que acha que um Primeiro-Ministro é eleito ou deixa de o ser em função dos tiros certeiros da GNR, e não porque é eficaz na política económica, social, de justiça etc. Não! Sócrates ganhará porque o povo para quem este senhor escreve é daqueles que orienta o seu sentido de voto em função dos ladrões assassinados pela polícia!!?? Sendo este o raciocínio pergunta-se, em que conta tem PMF os portugueses? Mau, não é? Sendo assim, porque perde tempo a escrever para tal audiência?

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

O que temos que ler

Quando cometemos o erro de fazer comentários: "Em Portugal temos a mais caótica aplicação de leis que é possível imaginar com toneladas de sentenças contraditórias, na MESMA instância sobre casos semelhantes. Uma das queixas maiores dos investidores estrangeiros é a total imprevisibilidade da aplicação da lei neste país. Haverá sempre casos mais ambíguos, mas em Portugal a volatilidade das decisões dos tribunais é delirante." Leitor Pedro Braz Teixeira no Arrastão. Aqui.
Bom. Comecemos pelo principio. Aqui há uns tempos o Daniel Oliveira insurgiu-se de forma veemente contra uma Juíza. Deu de barato que esta, em sentença, tinha proferido afirmações racistas e portanto inadmissíveis. Veio a demonstrar-se que a Juíza não tinha dito nada do que uma jornalista lhe imputara. Mas fiquei, creio que com inteira legitimidade, com a ideia que o Daniel Oliveira está sempre pronto a "cascar" nos Juízes. Por isso comentei, com certa ironia este post mais recente. O tema era o mesmo: os juízes são, na óptica do Daniel Oliveira, uns incompetentes. Porque havia precedente, tentei, de forma pouco feliz é certo, alertar para a eventualidade de a decisão da juíza não ter sido bem aquela, ou com aqueles fundamentos. E depois alertei para o facto, básico, de que o Juiz, no nosso sistema aplica a lei. É muitas vezes, na lei que está o problema não nas decisões dos juízes. Todos o sabemos. Todos? Não! O Pedro Braz resiste ainda e sempre à evidência e responde da forma já aludida. Repare-se; na visão peregrina deste senhor leitor do arrastão (e dos meus comentários) Portugal é um país a saque comparável ao pior regime totalitário de África. Aqui, não há Lei. Não há Estado de Direito e TODOS os dias os juízes emanam sentenças arbitrárias e imperceptíveis.
É possível dialogar com quem se expressa desta forma? Não, porque a questão é que de facto, os juízes cometem erros. Há, de facto, decisões contraditórias e isso deve ser debatido e resolvido. Mas quando se exagera ao ponto de dizer que isso é a normalidade, que acontece todos os dias, etc, perde-se a noção do ridículo.

Tal e qual

Vanessa!

domingo, 17 de agosto de 2008

Meteorologia

Este post resume bem a coisa. Sim, porque isto da meteorologia é uma "coisa". Não é ciência seguramente. Estou (fisicamente) no Douro vinhateiro. No Douro, em Agosto, é costume suarem as pessoas e as uvas. Este facto ancestral é sinal de normalidade. A sua utilidade é óbvia: as pessoas descansam um bocadinho depois de um ano inteiro de trabalho e as uvas ganham os açucares que servirão para fazer o vinho fino. Pois bem, venho agora da rua e tirando dois ou três afoitos, vi gente vestida tal qual época natalícia...
Moral da história: 2008 não será ano vintage e o Antímio (há para aqui um h, mas não sei onde...) de Azevedo reformou-se na altura certa!

Que grande novidade

Mas foi preciso estudar e investigar para chegar a esta conclusão??!!

Há dias assim

Não bastava ter ganho um prémio no Sorumbático ainda vejo o meu adorado e glorioso Sporting Clube de Portugal ganhar a supertaça aos Andrades. Há dias porreiros, não há?
Boa noite e saudações leoninas!

É claro

que também não me caem os parentes na lama se disser que a propósito do abaixo exposto gostaria de ter ESCRITO ISTO. Em vez de deambular feito perdido pela muito pouco recomendável página oficial da tripanagem....sempre poupava um "piqueno" apoucamento.

sábado, 16 de agosto de 2008

Desportivismo e fair-play

Há qualquer coisa de ignóbil nesta gente. Não de dão conta, mas isto vai acabar mal. Veja-se como se incita a turba. A escola que produz guardas Abel, Madureiras e outos quejandos, tem nome, dá aulas e está online. Depois admiram-se da violência. Mas isto é literatura panfletária do pior ou não? Não creio que a carbonária se lembrasse de tal estilo. Mas vou confirmar. Em suma: eu não posso respeitar uma direcção de um clube centenário que permite que se escreva assim em seu nome. Pronto.

Post scriptum: O Bruno Alves? Niguém comenta os lances do Bruno Alves sobre o Derlei?

(lances )"que esbarraram invariavelmente nos ferros da baliza" - O Porto teve UMA bola ao ferro , UMA. Eles dizem: lances invariáveis. Há coisas fantásticas, não há?

SPOOORTING!






Grande vitória e excelente jogo. Depois há isto. Um treinador que não consegue dizer: parabéns! É a felicidade e a infelicidade e o camandro e mais não sei o quê e o raio que o parta. O Sporting ganhou e ganhou bem,com todo o mérito. Felicidade é outra coisa ó Jesualdo.

Parabéns Paulinho!

Depois há...

as burlas mais sofisticadas. Por exemplo: JPP acerca do DN. Moral da história: O DN não é um jornal, é um panfleto diário que se edita contra o PSD. Mas espera... JPP acerca do Público. Moral da história: o Público não é um jornal, é um pasquim anti-Sócrates.
Esta burla é mais grave. Afecta bem mais que oitenta famílias e causa danos maiores que o adiamento de uma férias de verão.
Digo eu, que não sou de cá.

Ora aí está

A clássica e velhinha burla inocente revisitada. Enganar papalvos. É tão português este crime que devia ser classificado como património nacional. Há poucos povos por esse mundo fora capazes de entregar dinheiro a um desconhecido relativo a um bem que não sabem se existe. Assaltar bancos e fazer reféns, para quê...??!!

Ora bem...

Vamos lá ver se entendo. Este post cita e resume uma frase de Francisco José Viegas. É, teoricamente, uma boa frase. Porquê teoricamente? Ora, senhores, porque a ideia, que lhe está subjacente é correcta: mérito, trabalho, dedicação, esforço e depois, eventualmente e só eventualmente, glória. Num país com pessoas e não apenas com gente, este raciocínio seria ensinado na escola e relembrado em cada trimestre. Certo? Certo.
Mas depois, vamos ver quem é Francisco José Viegas. O nome não é estranho. Espera... será aquele rapaz que anda nas televisões, jornais, blogues, rádio, que já ocupou cargos de nomeação política, que dirigiu (dirige?) o circulo de leitores e que anda "nas telavisões" há mais de uma década? Ora...é esse mesmo!?
Há coisas fantásticas, não há?

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Factos olímpicos

Facto: os resultados dos nossos atletas nas olimpíadas têm sido um fracasso. Facto: somos um país com 10 milhões de habitantes. Facto: a probabilidade de haver campeões afere-se de entre o número de praticantes de cada uma das modalidades, quanto maior o número de praticantes maior a probabilidade de haver campeões. Facto: estaremos nos últimos lugares nesse ranking. Facto: a maioria dos países civilizados aposta na prática desportiva na escola, detectando talentos, mas sobretudo, motivando o aparecimento de talentos. Facto: duas medalhinhas que ganhemos é bom, porque não fazemos nada disto.
Facto: as declarações de alguns deles (atletas) são próprias de indigentes mentais que nada têm a ver com ganhar ou deixar de ganhar medalhas. Têm a ver com o facto de ter havido troca nas inscrições. Há equívoco entre as olimpíadas e as Paraolimpíadas. Troca de inscrições, sei lá.
Facto final: estavam à espera de quê??!!