Vou escrever mais sobre o assunto. Mas para já fica a nota de incredulidade. Parece que o GPPSD rejeitou o nome de Jorge Miranda para Provedor. Repito: Jorge Miranda.
Tenho a certeza que a rejeição assenta no facto de não terem percebido bem o nome. Ocupados que estiveram durante o dia com o anúncio da antena 1. Deve ser isso. Afinal há coisas mais importantes!
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sexta-feira, 20 de março de 2009
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
PRD
Este post é a minha cara. Ou seja, estes assuntos suscitam-me, precisamente, a mesma opinião!
Boa forma de me despedir.
Boa forma de me despedir.
quinta-feira, 23 de outubro de 2008
Reparem
Não é por acaso que o Filipe Moura é o meu herói. Vejam lá esta merda e esta frase: "Recordo que este jogador único até aos vinte e poucos anos era desempacotador num supermercado. É um exemplo para todos os portugueses (e não só jogadores de futebol)."
Portanto, o Liedson foi um jogador único até aos vinte e poucos anos, é isso?
O Filipe Moura é Doutorado!
Portanto, o Liedson foi um jogador único até aos vinte e poucos anos, é isso?
O Filipe Moura é Doutorado!
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terça-feira, 14 de outubro de 2008
Estou indeciso
E preciso de ajuda. Qual a mais inteligente abordagem a um assunto que não sai da actualidade?
Para além de concluir que estes rapazes têm a consciência pesada. E estes... hesito entre responder-lhes assim ou assim:
" A pergunta (concorda com o casamento homossexual) é infelizmente tão anacrónica, que me apetece responder com outra pergunta: Concorda com o casamento entre cidadãos de raça negra? Ou também acha -tal como Manuela Ferreira Leite - que a negritude foi uma opção"
Herman José, Público 10 de Outubro
Para além de concluir que estes rapazes têm a consciência pesada. E estes... hesito entre responder-lhes assim ou assim:
" A pergunta (concorda com o casamento homossexual) é infelizmente tão anacrónica, que me apetece responder com outra pergunta: Concorda com o casamento entre cidadãos de raça negra? Ou também acha -tal como Manuela Ferreira Leite - que a negritude foi uma opção"
Herman José, Público 10 de Outubro
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
MFL e PSL
Parece que agora se usam. As iniciais. Bom, sim pá, é tudo conforme dizes. Tal e qual. Com este pormenor que acrescento eu: para MFL Lisboa e os lisboetas são maralha e portanto "para quem é, bacalhau basta".
Ou então: está tudo completa e definitivamente doido. Também pode ser.
Quer dizer, há um ano a senhora foge do homem como diabo da cruz. Depois abraça, creio que contariada, o maior desafio da sua vida só para evitar que o homem pudesse ser Presidente do PSD. E agora, sem que entretanto nada de relevante tenha ocorrido, o homem, o mesmo, já serve para ser candidato e portanto possível Presidente da Câmara Municipal de Lisboa...!!??
Aguardemos o desmentido, tranquilamente.
Ou então: está tudo completa e definitivamente doido. Também pode ser.
Quer dizer, há um ano a senhora foge do homem como diabo da cruz. Depois abraça, creio que contariada, o maior desafio da sua vida só para evitar que o homem pudesse ser Presidente do PSD. E agora, sem que entretanto nada de relevante tenha ocorrido, o homem, o mesmo, já serve para ser candidato e portanto possível Presidente da Câmara Municipal de Lisboa...!!??
Aguardemos o desmentido, tranquilamente.
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terça-feira, 30 de setembro de 2008
Cachimbadas de lucidez
E de elevado critério. E discernimento. Em suma, um must da blogosfera este André Pessoa e o Cahimbo de Magritte. André Pessoa referindo-se ao debate Obama - McCain, chega (presumo que sozinho) a esta elevada conclusão:
a maneira como refere, ola tambem tenho uma pulseira, num caso em que a pulseira representa um morto e de uma leviandade assustadora. Segundo, olha para a pulseira tentando decifrar o nome do soldado. No contexto americano, sao duas gaffes terriveis que noutro candidato teriam enterrado a campanha. Bush pai perdeu umas eleicoes por olhar para o relogio.
E não esqueçam: Geoge Bush perdeu as eleições porque olhou para o relógio!! O mais extraordinário é que há quem dialogue com esta gente.
a maneira como refere, ola tambem tenho uma pulseira, num caso em que a pulseira representa um morto e de uma leviandade assustadora. Segundo, olha para a pulseira tentando decifrar o nome do soldado. No contexto americano, sao duas gaffes terriveis que noutro candidato teriam enterrado a campanha. Bush pai perdeu umas eleicoes por olhar para o relogio.
E não esqueçam: Geoge Bush perdeu as eleições porque olhou para o relógio!! O mais extraordinário é que há quem dialogue com esta gente.
terça-feira, 23 de setembro de 2008
Lisboetas
Segue o melhor exemplo do que já disse aí para baixo (algures) : estes lisboetas metem nojo e não se enxergam. Inchados da importância que se atribuem fazem coisas destas: há um palerma que escreve num blog Indigente que teve a inspiração para escrever isto. Sucede que, sendo um disparate, devia ser remetido para o saco dos disparates: o da indiferença, que nem sequer tem direito a reciclagem. Mas não. O que faz o palerma do Daniel Oliveira que desde há uma semana tem um dos blogues mais visitados do pais? Dá-lhe visibilidade. Ou seja, a opinião pateta de um imberbe que estava tranquilamente remetida ao seu estado natural, a indiferença geral, passou a ser do conhecimento de milhares de pessoas. Isto é ser burro ou não? Não! é ser lisboeta. è dar-se importância mútua. Eis mais uma demonstração da falência da blogosfera: não conseguir demonstrar o quanto nos metem nojo estes palermas. E vale a pena ver a resposta que o palerma lisboeta UM dá ao palerma lisboeta DOIS. Ainda por cima ganha a causa. Por mim: I rest my case.
sábado, 6 de setembro de 2008
Repare-se
Eu sempre defendi Hillary por uma única, plausível e lógica razão. Há que haver passado. Carreira.Condição essencial para que o eleitor ( o que escolhe) esteja em condições minimamente objectivas de exercer o escrutínio. São coisas em que acredito. Da mesma forma que se tiver que ir amanhã a um médico, escolho o que tem consultório aberto há 15, vinte ou mesmo 30 anos. Dá-me mais segurança, sei lá. Pois bem, a blogosfera lusa anda histérica à volta de Sarah Palin!! Uma senhora que, até há 48 horas atrás, ninguém sabia que existia. Note-se que a senhora é pouco conhecida nos próprios meios políticos norte-americanos. Nada que atemorize a nossa proverbial e prolixa blogosfera...Pouco conhecida nos meios políticos norte-americanos, vulgo Washington? Sim, talvez. Mas nós, aqui em Lisboa, sabemos tudo acerca de Sarah! Tudo...
Só não se lembraram de avançar o nome da segunda classificada no concurso Miss Alaska 1984 como possível candidata à Vice-Presidência há duas semanas atrás. Isso não...
E não pinta esta gente a cara de preto, com graxa de sapateiro???!!!
Só não se lembraram de avançar o nome da segunda classificada no concurso Miss Alaska 1984 como possível candidata à Vice-Presidência há duas semanas atrás. Isso não...
E não pinta esta gente a cara de preto, com graxa de sapateiro???!!!
quinta-feira, 4 de setembro de 2008
Coisas fantásticas
Andava a gastar muito dinheiro, mas muito mesmo, nos tinteiros da minha impressora. Aliás, creio que o preço dos tinteiros devia ser explicado. Chega a ser absurdo. Adiante. Resolvi portanto e tendo em conta o meu "perfil de utilizador", comprar uma impresora a laser. Dizem que dá para 3 ou 4 mil páginas. Ideal. Fui à net, escolhi e comprei. 48 horas depois está aqui em casa. Desembrulho. Não tem cabo USB! Sucede que sem cabo USB a impressora é completamente inútil. Bem sei que se compra em qualquer lado, que é barato e tudo. Mas pergunto: faz sentido vender um impressora NOVA que não esteja "pronta a usar"? É tão ridículo como vender um carro com o motor ou outra coisa essencial à parte. Claro que não avisaram, "erro de comunicação" diz o rapaz que me atendeu.
Mistérios...digo eu!
Mistérios...digo eu!
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quarta-feira, 3 de setembro de 2008
Cinco minutos de fama
Se este fosse outro blogue seriam 15. Aqui é cinco minutinhos e não se queixem. O texto que se segue aborda uma questão central do debate político dos últimos cem anos. Por qualquer razão insondável, Santana-Maia Leonardo, Abrantes (dixit) remete esta profundíssima e bem elaborada tese acerca da "Direita versus Esquerda" para o caixote do lixo que são, entre outros fóruns as "cartas ao director" do jornal Público. Falta de marketing? Muito provavelmente. O bolonhado, consciente do seu papel social, passa a dar a devida divulgação ao texto que se segue. Foi, como já se disse, publicado na Público secção (?) Cartas ao director. É da autoria de Santana-Maia Leonardo, Abrantes, e pode muito bem vir a ser considerado texto de referência. Aí vai, com a devida vénia ao autor, naturalmente:
Direita e esquerda
"Deixando os radicais de lado, encontrar diferenças entre o centro-direita e a esquerda socialista não parece, à primeira vista, uma tarefa fácil. Mas, da minha experiência pessoal, recolhi os seguintes traços distintivos que passo a enumerar.
O centro-direita é conservador, reformista e prudente; por sua vez, a Esquerda socialista é fracturante, pretensamente revolucionária e lunática. O centro-direita não gosta do Estado; a esquerda socialista vive do Estado. O centro- direita prefere sacrificar a excepção do que sacrificar a regra; a esquerda socialista prefere sacrificar a regra do que perder a excepção. O centro-direita norteia-se pela ideia de liberdade, privilegia o trabalho, valoriza o mérito, tem uma consciência ética e preocupa-se com o ser humano; por sua vez, a esquerda socialista norteia-se pela ideia de igualdade, privilegia o emprego, premeia a mediocridade, tem uma consciência ideológica e preocupa-se com a humanidade. Para o centro-direita, quem produz mais e melhor deve ganhar mais; para a esquerda socialista, dois operários com a mesma categoria profissional devem ganhar o mesmo, independentemente da qualidade do trabalho prestado. Para o centro-direita, os homens são capazes do Bem e do Mal, cabendo à sociedade discipliná-los e orientá-los para o Bem; para a esquerda socialista, o Bem e o Mal são conceitos relativos. O centro-direita preocupa-se com a segurança das pessoas e bens, defende as forças da ordem e coloca-se ao lado das vítimas; a esquerda socialista preocupa-se com as garantias de defesa do arguido, tem sempre uma justificação sociológica para o crime e acha sempre excessiva a intervenção da polícia. Para o centro-direita, o primeiro responsável por um determinado acto é quem o pratica; para a esquerda socialista, o responsável é sempre e invariavelmente a sociedade ou o sistema.
O centro-direita avalia os regimes políticos de forma objectiva; a esquerda socialista avalia-os de forma subjectiva. Para o centro-direita, todos os homens são iguais; para a esquerda socialista, os homens de esquerda são dotados de uma superioridade moral que os coloca num patamar ético acima do resto da maralha. Para o centro-direita, os EUA são o principal aliado; para a esquerda socialista, são o inimigo a abater. Finalmente (ufa!) o centro-direita nunca se define como sendo de direita, enquanto a esquerda socialista proclama-se orgulhosamente de Esquerda.
Face a estas diferenças, extraem-se necessariamente duas conclusões: o povo português é, na sua esmagadora maioria, de esquerda; em Portugal, as pessoas de centro-direita são residuais. "
Santana-Maia Leonardo, Abrantes,
Público, cartas ao director, 1 de Setembro
Ora bem: daqui resultam variadíssimas questões. A primeira, saber se o autor é, ele próprio, do centro-direita ou da esquerda socialista, está respondida. É óbvio que o uso do hífen em "centro-direita" e a sua ausência em "esquerda socialista" nos dão uma pista clara. Colocamos sempre o adorno nas coisas de que mais gostamos.
Depois há um agradecimento a fazer: não tinha ideia de quão fácil era adoptar a "esquerda socialista" e rejeitar o "centro-direita". Assim preconizados os termos da equação, isto resolve definitivamente um debate que dura há séculos... Finalmente, só me ocorre a expressão: felizes os pobres de espírito pois deles será o reino dos céus. Como desconfio, pelo indício do hífen que Santana é conservador, imagino que esteja mais próximo de usufruir desta dádiva. Assim seja. É o que, penhoradamente lhe desejo!
Direita e esquerda
"Deixando os radicais de lado, encontrar diferenças entre o centro-direita e a esquerda socialista não parece, à primeira vista, uma tarefa fácil. Mas, da minha experiência pessoal, recolhi os seguintes traços distintivos que passo a enumerar.
O centro-direita é conservador, reformista e prudente; por sua vez, a Esquerda socialista é fracturante, pretensamente revolucionária e lunática. O centro-direita não gosta do Estado; a esquerda socialista vive do Estado. O centro- direita prefere sacrificar a excepção do que sacrificar a regra; a esquerda socialista prefere sacrificar a regra do que perder a excepção. O centro-direita norteia-se pela ideia de liberdade, privilegia o trabalho, valoriza o mérito, tem uma consciência ética e preocupa-se com o ser humano; por sua vez, a esquerda socialista norteia-se pela ideia de igualdade, privilegia o emprego, premeia a mediocridade, tem uma consciência ideológica e preocupa-se com a humanidade. Para o centro-direita, quem produz mais e melhor deve ganhar mais; para a esquerda socialista, dois operários com a mesma categoria profissional devem ganhar o mesmo, independentemente da qualidade do trabalho prestado. Para o centro-direita, os homens são capazes do Bem e do Mal, cabendo à sociedade discipliná-los e orientá-los para o Bem; para a esquerda socialista, o Bem e o Mal são conceitos relativos. O centro-direita preocupa-se com a segurança das pessoas e bens, defende as forças da ordem e coloca-se ao lado das vítimas; a esquerda socialista preocupa-se com as garantias de defesa do arguido, tem sempre uma justificação sociológica para o crime e acha sempre excessiva a intervenção da polícia. Para o centro-direita, o primeiro responsável por um determinado acto é quem o pratica; para a esquerda socialista, o responsável é sempre e invariavelmente a sociedade ou o sistema.
O centro-direita avalia os regimes políticos de forma objectiva; a esquerda socialista avalia-os de forma subjectiva. Para o centro-direita, todos os homens são iguais; para a esquerda socialista, os homens de esquerda são dotados de uma superioridade moral que os coloca num patamar ético acima do resto da maralha. Para o centro-direita, os EUA são o principal aliado; para a esquerda socialista, são o inimigo a abater. Finalmente (ufa!) o centro-direita nunca se define como sendo de direita, enquanto a esquerda socialista proclama-se orgulhosamente de Esquerda.
Face a estas diferenças, extraem-se necessariamente duas conclusões: o povo português é, na sua esmagadora maioria, de esquerda; em Portugal, as pessoas de centro-direita são residuais. "
Santana-Maia Leonardo, Abrantes,
Público, cartas ao director, 1 de Setembro
Ora bem: daqui resultam variadíssimas questões. A primeira, saber se o autor é, ele próprio, do centro-direita ou da esquerda socialista, está respondida. É óbvio que o uso do hífen em "centro-direita" e a sua ausência em "esquerda socialista" nos dão uma pista clara. Colocamos sempre o adorno nas coisas de que mais gostamos.
Depois há um agradecimento a fazer: não tinha ideia de quão fácil era adoptar a "esquerda socialista" e rejeitar o "centro-direita". Assim preconizados os termos da equação, isto resolve definitivamente um debate que dura há séculos... Finalmente, só me ocorre a expressão: felizes os pobres de espírito pois deles será o reino dos céus. Como desconfio, pelo indício do hífen que Santana é conservador, imagino que esteja mais próximo de usufruir desta dádiva. Assim seja. É o que, penhoradamente lhe desejo!
terça-feira, 2 de setembro de 2008
100 mil euros
20 mil contitos. É isto que o "Estado" acha reparador? Se o erro foi grosseiro, se há um tribunal que acha que o erro foi grosseiro, como podem 20 mil contitos reparar o que quer que seja?
Somo pequeninos em tudo!
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sábado, 30 de agosto de 2008
O que é que se passa com este jornal?
Não consigo comprar a edição de hoje do Público para ver se há penitência no "O Público errou". Espero que sim. Porque na edição de ontem e na mesma página, isto: "Procurador recomenda a magistrados a aplicação da prisão preventiva" - Título (ainda por cima) a três colunas da página 2. Logo abaixo: "O PGR está a dar orientações aos magistrados do MP para aplicarem a prisão preventiva e defenderem a realização de julgamentos sumários"
Mais abaixo um bocadinho e em caixa de destaque: " O governo não desvaloriza a criminalidade e aprova (dixit) disso é que...."
Ora bem, este "aprova" em vez de "a prova" pode muito bem ser gralha. Acontece. Agora imputar ao PGR recomendações que este manifestamente não pode fazer já é jornalismo muito fraco. E o erro é duplo. Não tem desculpa. O PGR não podia ter feito tal recomendação (a da aplicação) da prisão preventiva porque esta é uma competência dos Magistrados Judiciais e não dos Magistrados do MP. As medidas de coação são aplicadas por despacho do juiz. E há uma grande diferença entre pedir ou requer a aplicação da prisão preventiva e a aplicação propriamente dita. Não há?
Mais abaixo um bocadinho e em caixa de destaque: " O governo não desvaloriza a criminalidade e aprova (dixit) disso é que...."
Ora bem, este "aprova" em vez de "a prova" pode muito bem ser gralha. Acontece. Agora imputar ao PGR recomendações que este manifestamente não pode fazer já é jornalismo muito fraco. E o erro é duplo. Não tem desculpa. O PGR não podia ter feito tal recomendação (a da aplicação) da prisão preventiva porque esta é uma competência dos Magistrados Judiciais e não dos Magistrados do MP. As medidas de coação são aplicadas por despacho do juiz. E há uma grande diferença entre pedir ou requer a aplicação da prisão preventiva e a aplicação propriamente dita. Não há?
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
Por exemplo
Há aqui um génio que vai, seguramente, demonstrar que a criminalidade (o número de ocorrências) nada tem a ver com condições sociais. Do género: vai conseguir provar que muitos dos assaltos (todos?) têm sido perpretados por cidadãos oriundos da Quinta da marinha, com formação superior e sem antecedentes de casos psiquiátricos na família.
Enquanto isto a pergunta que atormenta o meu espírito é: porque é que o VUK não joga? Hem Paulo Bento? Porquê?Exijo resposta já!!
Enquanto isto a pergunta que atormenta o meu espírito é: porque é que o VUK não joga? Hem Paulo Bento? Porquê?Exijo resposta já!!
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sexta-feira, 22 de agosto de 2008
YES!
O meu herói está de volta. Vejam lá se isto não é de génio? Percebem agora a homenagem e a admiração que o bolonhado nutre por esta , como dizer, vá lá...figura?!
Adenda: maradona sobre o assunto.
Adenda: maradona sobre o assunto.
quarta-feira, 20 de agosto de 2008
Ah!Ah!Ah!
Ah! Ah! ah! ah! ah!. Ó pá, você é desconcertante. Diga lá? Como?
Ah! Ah! Ah!. Hilariante.
Mas você é Advogado? E político? Ó homem a Broadway recebe-o de braços abertos. Acredite!
Ah! Ah! Ah!. Hilariante.
Mas você é Advogado? E político? Ó homem a Broadway recebe-o de braços abertos. Acredite!
Santa credulidade
Crer é bom. Acreditar e mais não sei quê. Fé ainda é melhor. Mas haver jornalistas que acham que isto foi "distracção" faz de mim o mais ignóbil dos seres. Porque sou capaz de apostar os 2 milhões de euros que vou ganhar no totoloto que isto, é TANGA. Ou marketing que é eufemismo pouco utilizado na zona onde vivo.
Ou seja: eu que nem sabia que os U2 estavam a gravar, agora já sei. Será que este facto não faz soar um campainha na cabeça dos nossos jornalistas??!
Ou seja: eu que nem sabia que os U2 estavam a gravar, agora já sei. Será que este facto não faz soar um campainha na cabeça dos nossos jornalistas??!
sábado, 16 de agosto de 2008
Depois há...
as burlas mais sofisticadas. Por exemplo: JPP acerca do DN. Moral da história: O DN não é um jornal, é um panfleto diário que se edita contra o PSD. Mas espera... JPP acerca do Público. Moral da história: o Público não é um jornal, é um pasquim anti-Sócrates.
Esta burla é mais grave. Afecta bem mais que oitenta famílias e causa danos maiores que o adiamento de uma férias de verão.
Digo eu, que não sou de cá.
Esta burla é mais grave. Afecta bem mais que oitenta famílias e causa danos maiores que o adiamento de uma férias de verão.
Digo eu, que não sou de cá.
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JPP
Ora bem...
Vamos lá ver se entendo. Este post cita e resume uma frase de Francisco José Viegas. É, teoricamente, uma boa frase. Porquê teoricamente? Ora, senhores, porque a ideia, que lhe está subjacente é correcta: mérito, trabalho, dedicação, esforço e depois, eventualmente e só eventualmente, glória. Num país com pessoas e não apenas com gente, este raciocínio seria ensinado na escola e relembrado em cada trimestre. Certo? Certo.
Mas depois, vamos ver quem é Francisco José Viegas. O nome não é estranho. Espera... será aquele rapaz que anda nas televisões, jornais, blogues, rádio, que já ocupou cargos de nomeação política, que dirigiu (dirige?) o circulo de leitores e que anda "nas telavisões" há mais de uma década? Ora...é esse mesmo!?
Há coisas fantásticas, não há?
Mas depois, vamos ver quem é Francisco José Viegas. O nome não é estranho. Espera... será aquele rapaz que anda nas televisões, jornais, blogues, rádio, que já ocupou cargos de nomeação política, que dirigiu (dirige?) o circulo de leitores e que anda "nas telavisões" há mais de uma década? Ora...é esse mesmo!?
Há coisas fantásticas, não há?
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quinta-feira, 14 de agosto de 2008
O Abrupto
É do caralho. Porque três ou quatro anos depois de inglês intensivo, First Certificate no bucho e candidatura ao outro a seguir em marcha só não obtida por falta de tempo, é este barbudo do PSD que pertence à geração francófona que me faz ir ao dicionário saber o que caralho quer dizer concretamente KUDOS. É a última frase do scanner do dia. Confirme aqui.
Só não consigo perceber qual o alcance de designar AGOSTO por (como) o "mês mais cruel". Será que foi o mês em que JPP aprendeu o inglês falado e escrito até ao século XVIII?
Só não consigo perceber qual o alcance de designar AGOSTO por (como) o "mês mais cruel". Será que foi o mês em que JPP aprendeu o inglês falado e escrito até ao século XVIII?
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